Em “A Bruxa” (The Witch, 2016), uma família é expulsa do assentamento onde vive e acaba buscando refúgio numa planície próxima de uma floresta. Alguns meses de prosperidade se passam até que Samuel, o recém nascido não batizado da família, desaparece inexplicavelmente diante dos olhos de Thomasin, sua irmã mais velha. O acontecimento desencadeia uma sequência de desastres na vivência da família, trazendo a desconfiança para seus irmãos, seus pais, e até para o bode Black Phillip.

Com atuações memoráveis de Ralph Ineson, Kate Dickie, e a jovem Anya Taylor-Joy, a produção conseguiu não só utilizar com maestria a língua inglesa dos tempos de Shakespeare, como também criar uma incrível ambientação com luz natural, fotografia clássica e roupas apropriadas para a época. Tudo servindo como base para uma história onde o sobrenatural te envolve, numa nova roupagem cheia de referências às bruxas clássicas que passaram pela literatura e pelo cinema.

As discussões sobre o filme A Bruxa acaba indo muito além das salas de cinema, mas se você estiver com medo de ter deixado passar alguma parte, revisite a história da família amaldiçoada por uma bruxa, com novos comentários e observações sobre diferentes aspectos do filme. Seja a sociedade puritana do século XVII, ou a lenda da bruxa vista por um olhar cristão, o filme de estreia do diretor Robert Eggers trouxe aspectos do terror clássico de volta, que são discutidos no vídeo, nos comentários e nos links de recomendações no final. Você pode também nos dizer nos comentários qual outro filme merece uma análise completa aqui pela Hora do Terror!

A Bruxa | Referências

A Bruxa | Recomendado no Vídeo

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